O local mostrado na foto é o local onde se faz justiça aqui no Japão. No já longínquo ano de 1999, dia 23 de abril, Takayuki Ōtsuki – um moleque vagabundo, psicopata, FDP dos infernos – matou a Yaoi Motomura, então com 23 anos e a sua filha Yuka, então com 11 meses. Não bastasse ter matado (como isso foi feito não foi divulgado, mas o que importa agora?) ele ainda estuprou a mulher. E como aqui no Japão o coitadismo não impera podemos ver o que o marido da Yaoi achou a respeito da decisão da Suprema Corte:
A pena de morte foi dada. Era o que queria. Mesmo para um criminoso ela pode ser aplicada para quem não se arrepende dos seus atos.
O que se lê aqui é a opinião de quem perdeu as duas pessoas que mais ama. Talvez os coitadistas devam sentir na pele o porquê de existir gente a favor da pena capital. Coisa que provavelmente nenhum membro da Anistia Internacional deve ter passado. Aqui dependendo do crime há uma boa possibilidade de pegar pena de morte mesmo. E o que acontece com o condenado? É enforcado. No meio da sala desce o laço que envolverá o pescoço do condenado e depois o chão se abrirá, exatamente naquele quadrado vermelho que você vê acima e fica como você vê abaixo.
Que maravilha, né? Um lugar limpo, bonito, confortável e com direito a ar-condicionado. Se o condenado for budista ainda pode fazer uma última oração num altar instalado ao lado da sala de execução (se for de outra religião esqueça). Mas no final a justiça é feita. Assim o Takayuki Ōtsuki fará companhia com o Tomohiro Kato, responsável pelo Massacre de Akihabara, e o Shoko Asahara e seus comparsas, membros da seita Aum Shinkiyo responsáveis pelo ataque com gás sarin no metrô de Tóquio, e entregará a sua podre alma para os braços de Hades. Isso porque o infeliz está no Japão. No Brasil certamente ele já nem estaria mais preso.
Para mim humanismo é isso, pensando sempre no próximo devemos eliminar certos elementos que nada presta a sociedade e ainda a prejudica. Isso ainda previne futuros crimes e poupa dinheiro público com despesas futuras como prisão perpétua, por exemplo. E se ainda assim algum coitadista achar isso “desumano” leia o que o que disse o Hiroshi Motomura lá em cima. Porque mesmo passado quase 13 anos ele nunca deixou de desejar a morte desse criminoso.
Fontes: Mainichi e TV













